‘O único crime cometido nesse caso é o preconceito religioso do Poder Judiciário e do Ministério Público’, disse Isaltino Nascimento

Para o deputado Isaltino Nascimento (PSB) a condenação judicial contra o babalorixá Edson de Omulu por “perturbação do sossego alheio” mostra o racismo das instituições públicas contra religiões de matriz africana. O Juizado Especial Criminal de Olinda condenou pai Edson a 15 dias de prisão, que foram comutados em prestação de serviço à comunidade.

“O único crime cometido nesse caso é o preconceito religioso do Poder Judiciário e do Ministério Público em proibir que um babalorixá possa usar, na sua casa, o toque dos tambores sagrados”, afirmou o deputado.

‘LIBERDADE DE CULTO’

Para Isaltino, a polícia e a Justiça estão sendo usadas por pessoas de outras religiões para tolher a liberdade de culto de cidadãos de fé afro-brasileira.
“Custo a crer em atitude semelhante contra um padre que esteja simplesmente praticando sua religião”, afirmou o parlamentar.


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