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A consciência e o discernimento de alguns sacerdotes e sacerdotisas do candomblé está na capacidade moral e na postura de compreender que não são deuses e que como humanos devem haverem respeitos pelas pessoas que os procuram tratando-os como seres humanos e lembrando que não existe desculpas nem historias quando se obriga um vodum ou orixá a se postar aos pés de um sacerdote ou sacerdotisa e de forma que muitos desses senhores (as) os trata como deuses inferiores que devem se postarem aos pés dos humanos. Revejam seus conceitos e entendam que até para abrir um obi é preciso discernimento. Tratem seus deuses como DEUSES e não como seus robôs. O “sagrado” (vodum, orixá, Nkice) não devem jamais baterem o “Ta” (cabeça) nos pés dos humanos, se são deuses a logica diz que seria os humanos a fazerem.
Reflitam e parem de inventarem historias… Um ahè (não iniciada) deve ser tratada com respeito e com amor é fato que não se trata de filhos carnais mais de pessoas que entregam sua vida nas mãos de sacerdotes confiando a esses seu destino. Abrir um Kwe, ilê, barracão, é fácil mas cuidar das pessoas que vão aos mesmos em busca de equilíbrio espiritual é difícil, não é para qualquer um ser um verdadeiro sacerdote ou uma sacerdotisa. Lembrem-se sempre que sacerdote e sacerdotisa não é sinônimo de ser um Deus mas sinônimo de humildade e bondade.
Dangbe Gbenoi


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